Esta visão articula três objetivos: perceber a realidade da U.Porto e do seu universo de estudantes, mostrar com clareza quem é a comunidade Unilinkr e como a plataforma é usada, e dar aos gabinetes de empregabilidade uma perspetiva sobre onde podemos ser uma mais-valia.
Evolução do número de inscritos e diplomados na U.Porto. 14 faculdades, maior universidade do Norte de Portugal — o universo que enquadra todos os números seguintes.
Total de estudantes inscritos · 2020/21 – 2024/25
Total de diplomados por ano académico · 2002/03 – 2023/24
Crescimento na plataforma desde janeiro de 2025 — sobretudo por registo direto, sem encaminhamento universitário. Dados de produção em maio de 2026.
Janeiro 2025 – Maio 2026 · registo na plataforma
Distribuição dos estudantes pelas 13 áreas académicas — base sólida em engenharia, gestão e ciências sociais.
13 categorias académicas · dados reais de registo
Maioritariamente estudantes de licenciatura e mestrado em início de carreira — pico aos 20 anos, concentrados no Porto e em Lisboa.
Dados reais de registo · pico aos 20 anos · 19.968 utilizadores com idade válida
Distribuição geográfica dos estudantes na plataforma
Mais de 45 instituições. As faculdades da U.Porto destacam-se: FEUP, FEP, FLUP, FCUP e FMUP.
Estudantes registados por instituição de origem · roxo = U.Porto · ciano = outras
Que parte dos inscritos na U.Porto já tem registo na Unilinkr: 4.847 estudantes (13,5%) aderiram por iniciativa própria, sem encaminhamento institucional. A FEP lidera em percentagem (26,0% dos inscritos); a FEUP, em volume absoluto (1.375 estudantes).
Inscritos com registo na Unilinkr vs total inscritos · U.Porto 2024/25
Onde estão os inscritos face ao que a plataforma já recolheu — sem contrato institucional
Os 4.847 registos aparecem sem direcionamento formal das faculdades: FEUP (1.375), FEP (852), FLUP (634), FCUP (479), FMUP (432) e mais nove unidades. Formalizar o canal alinha a U.Porto com o que parte do corpo estudantil já faz por iniciativa própria.
Ordens de grandeza absolutas a partir do Google Analytics. A procura fragmenta-se entre tempo inteiro, tempo parcial, pontual e estágios — por isso o estudante regressa recorrentemente ao longo do seu percurso universitário.
Valores aproximados (~). Agregados GA, arredondados para leitura executiva. Só faz sentido medir recorrência nesta plataforma porque o estudante volta sempre que precisa de outro tipo de trabalho — não há um único momento de emprego.
Sobre ~36,2k estudantes registados na base de produção.
Partilha relativa entre cidades e regiões — não evolução no tempo.
DAU — utilizadores ativos num dia (Daily Active Users).
WAU — utilizadores ativos numa semana (Weekly Active Users).
MAU — utilizadores ativos num mês (Monthly Active Users).
~ utilizadores com atividade GA · licenciatura e mestrado · valores arredondados
A intensidade de candidaturas por tipologia — pontual, tempo parcial, tempo inteiro — mostra um padrão de utilização que só é possível em plataformas com trabalho pontual na oferta. Nos dados, o pontual tem claramente maior atratividade (cerca de 40 candidaturas por UniJob, muito acima do tempo parcial e do tempo inteiro): são sobretudo estes trabalhos que atraem o estudante para a plataforma e promovem o regresso recorrente ao longo do curso, à medida que a necessidade muda.
Tempo inteiro, tempo parcial, pontual · candidaturas por UniJob e por Vaga
Rácio candidaturas por UniJob e por Vaga · 8 segmentos
Índice de interesse dos jovens (0–100).
Tempo parcial, pontual, tempo inteiro e estágios puxam o estudante de volta em fases diferentes do curso. Por isso a taxa de candidaturas por vaga é elevada — não há um único momento de procura de emprego, há ciclos sucessivos de necessidade ao longo do percurso académico.
A diversidade de trabalhos (pontual, tempo parcial, tempo inteiro, estágios) e a intensidade de utilização permitem recolher dados de competências que outras plataformas não conseguem — uma camada acessível à U.Porto através da parceria.
Passe o rato ou toque para explorar as competências transversais e técnicas dos estudantes.
Com avaliações por experiência nas diferentes tipologias de trabalho, é possível identificar o perfil de competências distintivo de cada faculdade. Esta visão permite às faculdades perceber em que estratégias de upskilling devem investir.
É o tipo de leitura que só se torna acessível à U.Porto através da parceria.
Estudantes destacam-se em conhecimento técnico, ferramentas digitais e raciocínio analítico.
Forte capacidade de comunicação, trabalho em equipa e adaptabilidade em ambientes empresariais.
Conhecimento técnico aprofundado e raciocínio analítico — competências de base científica.
A combinação entre tipologia diversa de trabalhos e elevada utilização permite recolher avaliações por empregador, por estudante e por faculdade de origem ao longo do percurso académico do jovem.